terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lembrete


Lembra aquele riso?
Relembrar, seria urgente,
que ele foi convite a ouvir-te,
a aprender-te e, depois,
querer-te
assim como quero ao sol em minhas manhãs,
assim como quero que o belo me assalte as retinas
e desrespeite a mesmice de dias sem cor, sem sal
e sem amor.

Lembra que beijamos, tantas vezes,
sentindo, antes, os dentes no riso aberto
e, então, abríamos os olhos para ver
a aproximação das bocas
e, nelas, das almas um pouco
porque o riso foi muito
do que nos fez nós...

Lembra?
Então, apenas sorri.
Sorri porque eu, poeta,
contadora de estrelas, histórias,
catadora de risos e mel,
sou mais gente,
sei mais a vida,
quando, em teus lábios,
o Amor me ri. 

Um comentário:

Poeta Carlos Maia disse...

Que poema gostoso de se ler, Lú, Parabéns!

O amor fluindo...

Beijo Grande!