terça-feira, 26 de julho de 2011

O Amor, em seus encontros, intraduzível.

Intradução

por Luciana Cavalcanti 


Porque a cada instante
eu te amo,
E a cada afago, a cada riso teu
Com um amor impreciso, relutante,
Amor intraduzível,
impossível de medir-se.
E porque amo com medo do que me trazes
E necessito do medo de perder-te,
E te procuro como quem foge,
E te aguardo como quem dorme...
Até mesmo por rir do absurdo
Encontro de vidas-sonhos em nada (nada?) iguais,
Sei que jamais o poema falará de algum amor
Com fidelidade e exatidão,
como se fosse tradução.


Em 2009, encontrei-o, catando coisas num Cd antigo de Backup, daquilo que eu havia escrito num Pentiun II que foi meu primeiro PC (acho que era um Pentiun II...). O poema deve ter uns 12 ou 13 anos de idade. Mas cabe... E o Tempo segue rindo de nós! 

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