domingo, 27 de março de 2011

Meu querido, meu velho, meu amigo...



Esse homem bonito, meu pai, se parece comigo: caminha torto envergado pelo peso de tanto amor... (rs)

Em suas luzes e sombras, aprendo tanto de mim como quando olho para o espelho, como quando olho para dentro. Lições de dor e doçura, meu pai me traz demais e, cada dia, me convence que posso dizer, de mim, muito do que penso, sinto e sou sem medos de um julgamento porque meu velho aprendeu a fazer do "ofício" de pai uma aposta contente em meus sonhos, meus sentimentos...
O importante do amor é isto: saber quem se é para o outro. Ser quem se quer para o outro. E permitir-se acolher... Quando há respeito, entender tudo se torna absolutamente desnecessário.

2 comentários:

Diogo Didier disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Diogo Didier disse...

Pense numa dupla!