quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Um poema de Carlos Maia


Ontem eu fiz um poema
que foi até o âmago da questão
de por que o amor briga,
desse nosso egocentrismo
a toda prova,
das noites de insônia
e pavor
por não ter um sentido
pra vida,
de ficar olhando
o caos
horas a fio
e não ver mais sentido
numa flor de lótus
que brota da lama
do que o vazio obscuro
e ilimitado.
Eu ontem fiz um poema
que desatava o grande
nó da existência humana
e tudo parecia fazer sentido...
Mas por não ter caneta
e papel na hora,
ele se perdeu no espaço

28/09/10

2 comentários:

Diogo Didier disse...

Luciana, fiquei muito feliz com a sua visita ao meu cantinho. Meu blog faz o estilo "diário pessoal" e gosto muito de postar textos que dizem algo construtivo para a reflexão humana.

Por isso, fiquei muito contente em saber que as minhas palavras surtiram efeito e foram compreendidas.

Ah! Também adooooooooro poesias. Essa que você postou acima é bem enigmática, profunda.

PARABÉNS pelo blog viu?! estarei sempre por aqui...bjoxxxxxxxxx

Luciana Cavalcanti disse...

Valeu pela visita, Diogo! Gostei muito de teu Blog também! Acho que os blogs estão revolucionando - enfim! - a Comunicação... Adoro gente também! E gostei de teu blog! Muito! Vou linká-lo por aqui...

Paz e Bem! Axé!