domingo, 21 de novembro de 2010

É dose, seu moço!!!




Um amor que me foge
ao habitual repertório.
Amor, dia-a-dia,
que se ri e faz crescer
sem ceder
à mesmice,
às exigências
de nossas carências
e contingências...
Este amor, livre,
entende-se sendo
ele mesmo o amor,
amor, sim, em que a gente crê,
como diria o poeta:
o que chegou para dar
o que ninguém deu pra você...


"Amor-livre - I": poema de hora;
hoje, novembro de 2010 - Luciana.

3 comentários:

Anônimo disse...

O melhor é o comenntário ou nota*, do poema! heheehe
Então o "amor-livre" é interessante, né?

Luciana Cavalcanti disse...

Agora deu!!! Amor Livre porque não há amor na ausência da liberdade. tô falando de desmantelo nãaao!!! rsrsrsrs

Luciana Amâncio disse...

E "é tudo tão real, mas nada normal!"...