domingo, 20 de junho de 2010

De "onde o chão se acaba" - Maria José Quintela



cedo aprendemos a reconstruir a partir do caos. em forma de remendo ou de remédio. conserto tantas vezes da índole do definitivo. e se a vida nos balança de um extremo para o outro não será por contradição ou desordem de pensamento e sim por absoluto imperativo de um choque frontal que nos obrigue a distinguir e a apartar o fogo do gelo para escapar ao território morno onde se cozinha o desencanto.
a ruptura é uma variedade de bálsamo que primeiro arde e depois cura.

Um comentário:

maria josé quintela disse...

Obrigada pelas suas palavras Luciana. Com um pouco mais de tempo vou passar por aqui.



um beijo.