quarta-feira, 28 de abril de 2010

Hai-quases - Objeções

Objeções

I

Quase morro... que sufoco!
A cabeça protegida por um "quase"...
Mas é você quem quase vive.

II

E, então, haverá racional explicação?
Eu que bati com a cabeça no poste
e quem ficou de miolo mole foi você?

III

Se eu te compreendesse, talvez, fisseze
você me amar. Ou, talvez, te compreendendo,
eu não quisesse seu amor de jeito algum.

IV

Quem é este sujeito que me acende
estrelas nas mãos numa noite e, outro dia,
de súbito, me rouba o sol...?

V

Amar á fácil: absolutamente ignorante
sobre o que está fazendo, você decide
iniciar a tarefa mais difícil de sua vida...


[poeminhas de hora. De hoje mesmo - quentinho feito cú de foca, como diria o outro lá...!]

Um comentário:

Aline Lopes disse...

Eu fico passada com esse tipo de coisa que eu vejo de tão bonito que é.Mas amar é uma merda mesmo. Às vzs dá vergonha na gente,e em quem vê pela gente,rs...Espero que tu tenha entendido isso do jeito que eu pensei quando escrevi.
Mas tu me dxa passada! Rsrsrsrs...
Xeros da Amarela!