sexta-feira, 25 de julho de 2008

Se manhã, tarde ou noitinha é sempre cedo...

Domingo seja,
de novo e sempre,
dia de festa:
hora esperada,
o riso solto,
a casa aberta.



A festa seja,
domingo e sempre,
explosão de vida:
despretensiosa e definitiva
como estrada aberta.



Um caminho-viagem,
domingo seja passagem
da hora do riso
esperado e solto,
demasiado e pouco
porque riso que a Vida ri
nunca é à toa,
nunca é demais!



E domingo já nem é um dia,
um canto,
ou qualquer coisa esperada
se a Vida se ajeitou por dentro,
se a alegria hoje se sente em casa,
se toda a gente não precisa de mais nada
pra viver de rir.





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