segunda-feira, 14 de abril de 2008

Quantas bocas
completam o quadro
de tuas noites, tuas tardes e manhãs
sem amanhã?
Quantos corpos
se desnudam, se entregam e se sabem
em tuas mãos
sem amor algum?
A quantas sentenças
eu me condeno
por esta crença, esta espera e esperança
de que desistas
de um amor nenhum?

2 comentários:

patrícia disse...

vc trás muita sensualidade nos textos eu adorei!parabéns

patricia disse...

vc traz uma simplicidade nas palavras... saiba q seus poemas estão me fazendo criar mais...
gosto muito de pintar e desenhar e ler o q vc escreve me renova! muito obrigada... bjos